5.22.2004

Morte do querer ver a morte
com medo de dar passos de dança nas teclas de um piano de calda
preto
o piano da minha vida
Melódico...
melancólico...
mel...
nas veias
que rompe com o som
que quebra com as notas
pausas
silencio
fim


6 comments |

6 Comments:

At 3:23 da tarde, Anonymous Anónimo said...

"i see trees of green,red roses too,i watch them bloom for me and you,and i think to myself,what a wonderfull world"-isso q vejo Sara.Jota

 
At 9:44 da tarde, Anonymous Anónimo said...

Penso na Morte como uma benção... uma forma de recompensa pelas nossas tarefas na Terra... acredito que depois da Morte vamos para mais algum lado... talvez voltemos à Terra! Porquê olhar para a Morte como triste e sombria, como trevas sem beleza?? Penso na Morte como algo belo, como uma dádiva!! Morremos tantas vezes durante a Vida!!

Tejina

 
At 10:06 da tarde, Blogger Sara said...

Jota e Tenjina,
Duas pinceladas de cor, com Louis Armstrong como pano de fundo.
Obrigada
Beijos

 
At 10:13 da tarde, Blogger Sara said...

Jota,

"There's a house on my block
That's abandoned and cold
Folks moved out of it a
Long time ago
And they took all their things
And they never came back
Looks like it's haunted
With the windows all cracked
And everyone call it
The house, the house where
Nobody lives"

Esta é para ti
Tom Waits
"House Where Nobody Lives"

 
At 11:20 da manhã, Anonymous Anónimo said...

Podemos morrer, morrer com a morte. Desaparecer de todo, imediatamente ou aos poucos. Não ter audiência em vida nem repercussão depois dela. Que nos deve tudo isso importar?

Importar devemo-nos de viver, sim, mediocremente embora. De estender a mão e de colher, de escapar ao frio e à fome, de não depender, etc.

Tudo o resto…

In Solidão II / Irene Lisboa

 
At 12:46 da manhã, Blogger Sara said...

Morte ao “sentimento” de ver a morte.
Morte ao ser pessimista que esta aninhado dentro de mim.
Morte à apatia de não ter força para arriscar.
Porque assim...

Tudo o resto...

 

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