5.17.2004

Não tentes prender os meus pés à terra,
por mais que a pintes com cores de flores.
Eu sou frágil, irresponsável, inconstante...
tenho mil e um defeitos aos teus olhos...
antes assim, a ter a tua maldita
rotina.

4 comments |

4 Comments:

At 3:58 da tarde, Blogger vanus said...

Rotina, gosto da palavra, não lhe acho o sentido ingrato, costumiero, rotineiro que todos lhe vêem. Gosto de muitas rotinas. Rotinas no amor, no toque, no desejo, no estar, no tempo... sem algumas delas seria incapaz de me sentir bem... seria incapaz de sentir conforto, sentir a essência do sempre; sem a rotina não seria capaz de ter medo, muito menos ser capaz de amar...

Gostei deste post, além de muito feroz e bem escrito, fez-me pensar de outra forma... obrigada.
Um beijo.

 
At 11:38 da tarde, Blogger Sara said...

Sim, concordo, a rotina é um porto seguro, mas sufoca-me.
Um beijo

 
At 5:39 da tarde, Blogger static said...

a rotina chega a ser veneno... pelo menos eu sinto-lhe o travo amargo e quase me faz desabar...

 
At 7:52 da tarde, Blogger Sara said...

Desabar... fugir...
lolol

 

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